O querer/ Os quereres
"... eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então."
quinta-feira, 11 de agosto de 2022
quarta-feira, 10 de agosto de 2022
quarta-feira, 3 de agosto de 2022
Nós sós
Na madrugada
Dormindo de mãos dadas
Abro meus olhos
Em meio a um suspiro sonolento
Penso:
A paz de estarmos nós.
domingo, 31 de julho de 2022
O encontro
O tamanho, a definição, o tanto, o quanto,
indefiníveis que somos,
da mesma maneira é meu amor por você,
sem saber daonde, por quanto e o tanto
te amo sem início e sem fim.
O prazer em te ter na minha vida,
o prazer de te ter ao meu lado,
o prazer de ter prazer com você.
O prazer que todo mundo vê,
quando falo de você.
No olhar
na fala
na voz
na feição
na expressão
no brilho do corpo inteiro.
É você, só você.
A dimensão indimensionável
o conforto
o toque
o cheiro
a pele
o gozo.
O encontro
Juntos somos o que nunca tive de maneira que se torna único.
O amor despretensioso e que ao mesmo tempo majestoso em sua maneira de ser.
E só ser.
Inimaginável diante de um momento desesperançoso.
O amor que desperta, fez e faz despertar infindáveis conexões.
O amor puro. O puro amor.
As conversas, as reflexões,
as fofocas, os filmes,
a tela, a sala, a cama, as comidas,
os passeios sem rumo, quilômetros sem música,
as profundezas, o silêncio,
as risadas, as esquisitices...
corpos em nó
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| Do punho |
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Desenferrujando
A tirada da ferrugem, a retomada, o reinício, o novo de novo, o renovo, o retorno da aliança do papel comigo.
//Não que eu os ignore, não!//
terça-feira, 8 de maio de 2012
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Derrete daqui... derrete de lá...
você me olha e pronto."
domingo, 29 de maio de 2011
Uma pitada destemperada
Quero seu cheiro.
Quero sua pele.
Quero seu beijo.
Quero sua língua.
Quero sua respiração.
Quero somente a gente.
[...]
Que silêncio arrasante.
Que ao menos algum instante diga a verdade:
Que não quer mais.
Que diga a verdade?
sinto repulsa pelos covardes que dela querem escapar.
Peço o contrário: não a diga então.
Assim, destempero meu coração.
sábado, 28 de maio de 2011
"Pilotem suas próprias cabeças"
Penso que quando você está introspectivo (com qualquer situação que o torne) ou contente - feliz ou triste, vivendo somente -, você ouve de todos os lados, mesmo sem pedir, o que as pessoas pensam, as que convivem lhe intervêm. Sem erro. A convivência permite tais atos, enfim, se aproximam e dividem suas percepções. Percepções é a palavra exata, exata!
Mesmo que siga firme em algo que pensa, você ouve, atento ou não, mas algumas palavras mais tarde voltam e ecoam, pensa daqui, pensa de lá, dependendo do que for até agrega ao seu pensar, caso contrário descarta. Descarta? Ou confunde? Bom... esse é o ponto. O que fazer com aquelas palavras que ecoam? O que se deve pensar primeiro é que quando uma percepção de terceiros lhe chega - pedindo ou não - você deve cogitar que é uma percepção de como a pessoa lhe vê, do que ela acha de fora, da bagagem que carrega nas costas - independente da idade física -, do que ela pode sentir e do momento que ela própria está passando.
É óbvio que essas situações são imprescindíveis no viver, pois de que maneira as ideias iriam se renovar, aprimorar, se transformar? Mas nunca se esqueça que você, mais do que ninguém, sabe exatamente o que está passando com você por dentro, no íntimo, no ínfimo, mesmo que não consiga expor o que é, o que acontece, a maneira que é, mesmo que tente, fale, escreva, converse horas com algum amigo e não se chegue a ponto nenhum de conclusão, é você quem sabe do seu interior.
Por isso, viva, viva com sínteses, antíteses, teses... dialéticas de pensamentos e percepções, mas siga o que sente, o que lhe faz bem, o que quiser, o que o coração disser e bater mais forte, sem reprimendas, nem tuas, nem muito menos de terceiros. Por você: cegue no seu caminho e segue, seu alma te guia.



