"... eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então."
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ciclo, retorno e derivados.
elaborando projetos, realizando planos,
conquistando passo a passo seus ideias,
construindo suas vidas.
Outros seguem rastejando,
sugando energia, "sementes mal plantadas,
que já nascem com cara de abortadas",
consumindo o brilho do próximo (ou não tão próximo assim).
Essa "proximidade" se torna confusa,
é uma pseudo preocupação, algo questionável,
porque quando se encontram "bem" consigo mesmos,
é inexistente a preocupação da sua existência.
Não conseguem perceber que nada fazem pelas suas vidas,
uns encostos que vivem no vácuo, na aba,
sem dó, nem pidedade, nem compaixão,
sentam em cima dos seus rabos e apontam seus dedos
como se tivessem razão
ou direito de falarem alguma coisa.
Como sempre diz uma velha amiga:
"é... a língua é o chicote da bunda...",
por isso sempre digo, repito (às vezes ainda erro
por dar atenção em demasia,
algo que realmente não deveria),
não percam a oportunidade de ficaram calados,
pensem e repensem antes de apontar algo, atitude,
comportamento de outro, pois sempre é algo pelo qual
você já passou ou provavelmente irá passar.
E, provavelmente, o que de maneira hipócrita condenou,
é o que fará (ou fez).
Acordem! Faça o que melhor puderem para suas vidas,
desejem o que melhor existir para os outros
e não o que é dos outros
(não queiram aquilo que não é de vocês),
não sonhem os sonhos dos outros.
Tudo o que desejarem para o outro, vocês sempre receberão de volta.
Retorna, é um ciclo, energia é vital (do bem ou do mal),
escolham afinal,
e pensem bem o que realmente desejam para o outro.
Para vocês... desejo muito brilho no que puderem ou conseguirem fazer.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Amor - pois que é palavra essencial
comece esta canção e tudo a envolva.
Amor guie o meu verso, e enquanto o guia,
Reúna alma e desejo, membro e vulva.
Quem ousará dizer que ele é só alma?
Quem não sente no corpo a alma a expandir-se
até desabrochar em puro grito
de orgasmo, num instante de infinito?
O corpo noutro corpo entrelaçado,
Fundido, dissolvido, volta à origem
Dos seres, que Platão viu contemplados:
é um, perfeito em dois; são dois em um.
Integração na cama ou já no cosmo?
Onde termina o quarto e chega aos astros?
Que força em nossos flancos nos transporta
a essa extrema região, etérea, eterna?
Ao delicioso toque do clitóris,
já tudo se transforma, num relâmpago.
Em pequenino ponto desse corpo,
a fonte, o fogo, o mel se concentram.
Vai a penetração rompendo nuvens
e devassando sóis tão fulgurantes
que nunca a vista humana os suportara
mas, varado de luz, o coito segue.
E prossegue e se espraia de tal sorte
que, além de nós, além da própria vida,
como ativa abstração que se faz carne,
a idéia de gozar está gozando.
E num sofrer de gozo entre palavras,
menos que isto, sons, arquejos, ais,
um só espasmo em nós atinge o clímax:
é quando o amor morre de amor, divino.
Quantas vezes morremos um no outro,
no úmido subterrâneo da vagina,
nessa morte mais suave do que o sono:
a pausa dos sentidos, satisfeita.
Então a paz se instaura. A paz dos deuses,
estendidos na cama, qual estátuas
vestidas de suor, agradecendo
o que a um deus acrescenta o amor terrestre."
sábado, 11 de dezembro de 2010
Visões e sensações
linda...
que você gosta...
mas teve dúvidas e...
fugiu!
Porém, quando viu...
não resistiu!
- Quando vi... tremi!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Ponto final?
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Sempre só...
Sempre só
Eu vivo procurando alguém
Que sofra como eu também
Mas não consigo achar ninguém
Sempre só
E a vida vai seguindo assim
Não tenho quem tem dó de mim
Estou chegando ao fim
Ilumina um teatro sem cor
Onde estou representando o papel
De palhaço do amor
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
De um jeito para outro.
Depois do abraço contente.
Aconteceu algo diferente.
Tudo ficou reluzente.
Com mais clareza pude ver.
Sem você posso me perder.
*
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Oh... vida! Oh... céus!
é uma excelente maneira de se poder analisar e criar estratégias
para o próximo passo a ser dado e trilhar o caminho o mais agradável possível.
E a sensação que se tem ao tudo que for fazer
lhe parecer difícil?
A Hiena Hardy ilustra bem esse tipo de pesssoa.Todos os atos para serem consumados de fato são repletos de dificuldades e empecilhos, - melhor deixar para depois... tem isso... tem aquilo e provavelmente o acolá... -
A pessoa se torna tão tomada pelo pessimismo ideológico que não consegue e não se permite, talvez sem que perceba, ver o brilho, a luz das coisas boas que acontecem. A vida já nos põe obstáculos no caminho para saltarmos, desviarmos, não há necessidade de criarmos mais.
O nosso cotidiano, é óbvio, não é completo de alegria, as situações boas e ruins, contentes e tristes, acontecem simutaneamente, a questão é: vou dar ênfase em que?
Se foco todas as minhas energias nas baixezas, as grandezas acabam por passar desapercebidas e com isso tudo se torna mais cansativo, mais opaco, mais sem emoção, ou seja, a vida se torna mais pesada e viver se torna denso.
Quando digo grandeza, o significado da palavra não está diretamente ligado ao tamanho do acontecimento, mas sim ao tamanho da sensação. Muitas coisas que alguns nem consideram de grandeza inestimável por talvez aos seus olhos o tamanho seja ínfimo concretamente, para mim é primordial.
Um sorriso sincero juntamente a um olhar profundo. Um afago no coração em um momento inesperado. Uma lembrança qualquer a qualquer hora. A complacência ao dividir um momento. Dividir o silêncio. O companherismo sincero e recíproco. O respeito pelo respeito. O entusiasmo na presença. A esperança na ausência. O zelo do bem querer.
O olhar, a perspectiva, que torna mais ameno e mais prazeroso viver.
É fácil viver. O que comanda é a postura tomada frente a todos os acontecimentos que sempre virão e irão.
"Coragem! Eu sei que você pode mais!", Rauzito estava certo e eu ainda faço um complemento: você pode sempre mais!
domingo, 21 de novembro de 2010
Compartilhando
Tenho coleções de lindos sonhos, diferentes cores para pôr-do-sol, mapas para se perder em países distantes, perfeitas tempestades para fazer voar monotonias e uma caixa cheia de brisa para quando estiver muito calor.
Dos seus sonhos eu não sei muita coisa.
Mas da minha parte é isso que posso oferecer. Pedacinhos de caos que surgem e voam da minha mente enquanto estou dormindo, enquanto estou ocioso ou preso em caóticos trânsitos urbanos mas pensando em lugares onde nossa nuvem polvilhada em canela e açúcar deseja estar."
Fragmentos.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Na redundância do redundente
do que se quis ontem e
do que se quererá amanhã.
Contatos imediatos já!
Nunca mais na minha vida inteira!
É para sempre eternamente!
sábado, 13 de novembro de 2010
"Deus vê sempre tudo o que cê faz..."
www.umsabadoqualquer.comParanóia (Raul Sixas)
Quando esqueço a hora de dormir
E de repente chega o amanhecer
Sinto a culpa que eu não sei de que
Pergunto o que que eu fiz?
Meu coração não diz e eu...
Eu sinto medo!
Eu sinto medo!
Se eu vejo um papel qualquer no chão
Tremo, corro e apanho pra esconder
Com medo de ter sido uma anotação que eu fiz
Que não se possa ler
E eu gosto de escrever, mas...
Mas eu sinto medo!
Eu sinto medo!
Tinha tanto medo de sair da cama à noite pro banheiro
Medo de saber que não estava ali sozinho porque sempre...
Sempre... sempre...
Eu estava com Deus!
Eu estava com Deus!
Eu estava com Deus!
Eu tava sempre com Deus!
Minha mãe me disse há tempo atrás
Onde você for Deus vai atrás
Deus vê sempre tudo que cê faz
Mas eu não via Deus
Achava assombração, mas...
Mas eu tinha medo!
Eu tinha medo!
Vacilava sempre a ficar nu lá no chuveiro, com vergonha
Com vergonha de saber que tinha alguém ali comigo
Vendo fazer tudo que se faz dentro dum banheiro
Vendo fazer tudo que se faz dentro dum banheiro
Para...nóia
Dedico esta canção:
Para Nóia!
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)
Com amor e com medo (com amor e com medo)...
